A cerimônia de abertura foi marcada pela presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Entre os anúncios feitos, destacam-se a reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e a criação de novas políticas voltadas às culturas tradicionais e populares.
No evento realizado no Sesc Praia Formosa, mais de duas mil pessoas assistiram a apresentações de grupos culturais, como os Guerreiros Tupinikim e Aguidavi do Jeje. A cerimônia também contou com a participação da cantora Luedji Luna, que entoou o Hino Nacional.
Um momento de destaque para Alagoas ocorreu quando a mestra do Patrimônio Vivo, Vânia Oliveira, conduziu o estandarte do estado, simbolizando as tradições e a ancestralidade locais. “Foi emocionante representar nosso estado neste cenário nacional”, afirmou Vânia.
A presença de Alagoas na Teia Nacional foi reforçada por discussões sobre políticas culturais, lideradas por Wyllyson Santos, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de Alagoas. Ele destacou a importância das ações anunciadas pelo Governo Federal para fortalecer a cultura nos territórios.
A secretária de Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, pontuou a relevância da participação alagoana. “Nossa presença aqui destaca a potência cultural de Alagoas e a força de nossas tradições populares”, afirmou.
O reconhecimento dos pontos de cultura, que ultrapassam 16 mil no país, foi comemorado como um avanço significativo para o fortalecimento das expressões culturais em diversas comunidades brasileiras. Retomada após 12 anos, a Teia Nacional consolidou-se como um espaço vital para o diálogo e o fortalecimento da cultura viva no Brasil.
