A capital federal fica atrás apenas dos aeroportos de Guarulhos, Galeão, Fortaleza e Viracopos, quando se trata de apreensão de cocaína. Um dos casos mais recentes foi de um homem de 29 anos, flagrado com aproximadamente 5 kg da droga em sua bagagem antes de embarcar em um voo com destino à França. A cocaína estava escondida nas laterais da mala.
Além disso, em setembro, um passageiro de 32 anos, natural da Malásia, foi preso transportando 4,1 kg de cocaína em sua bagagem durante uma fiscalização de um voo com destino a Lisboa, Portugal. A droga estava embalada em sacos plásticos lacrados e escondidos em camisas sociais dentro da mala.
A Receita Federal tem intensificado a fiscalização no Aeroporto de Brasília, utilizando técnicas avançadas de monitoramento e contando com cães farejadores, como Bruce e Rocky, para identificar possíveis passageiros com substâncias ilícitas. Recentemente, uma mulher de 51 anos foi presa tentando embarcar com 2,3 kg de cocaína escondida em um fundo falso de sua mala, enquanto um jovem de 19 anos foi detido com mais de oito quilos da droga, disfarçada em embalagens de creme de cebola.
O crime de tráfico internacional de drogas é passível de reclusão de 5 a 15 anos para quem for pego tentando embarcar com substâncias ilícitas em voos internacionais. Portanto, a atuação da Receita Federal e da Polícia Federal se torna essencial para combater esse tipo de crime no Aeroporto de Brasília e garantir a segurança dos passageiros e da população em geral.