Segundo o relato de Luiz, a calçada em questão está repleta de buracos, pontas e pedregulhos, representando um verdadeiro perigo para os pedestres que passam pelo local. Revoltado com a situação, o advogado alerta para o risco iminente que outras pessoas correm ao transitarem por ali.
Após compartilhar sua experiência nas redes sociais, Luiz recebeu relatos de outras pessoas que também sofreram acidentes semelhantes na Asa Sul, inclusive a embaixadora do México, que quebrou o braço ao cair em uma dessas calçadas.
De volta para casa de metrô após o incidente, o advogado recebeu ajuda da equipe de segurança da estação, que improvisou um curativo diante da gravidade dos ferimentos. Luiz teve que levar quatro pontos no rosto, teve um dedo da mão luxado, o nariz fraturado e várias escoriações, além de um hematoma nos lábios e dor nos dentes.
Diante da situação precária das calçadas na região, a reportagem entrou em contato com a Administração do Plano Piloto e a Novacap para questionar sobre a situação e a previsão de revitalização das veredas. No entanto, até o fechamento desta matéria, não houve retorno das autoridades sobre o assunto.
O caso de Luiz serve como um alerta para a necessidade de melhorias nas calçadas da Asa Sul, visando garantir a segurança e o bem-estar dos pedestres que circulam pela região. É fundamental que providências sejam tomadas para evitar que mais incidentes como esse ocorram no futuro.





