Durante a coletiva de imprensa, o advogado ressaltou os sinais visíveis de abalo emocional apresentados pela mãe, como a recusa em se alimentar e até mesmo em ingerir água. Ele enfatizou a importância de não tirar conclusões precipitadas sobre o caso e manifestou que todos os pontos serão esclarecidos de forma adequada após a divulgação de informações por parte da Secretaria de Segurança Pública. “Devemos aguardar os desdobramentos das investigações. Ainda hoje, tudo será explicado de maneira mais clara”, afirmou.
O advogado também mencionou que a família está buscando apoio psicológico e médico para Eduarda, visando sua recuperação e bem-estar emocional. Ele ressaltou a importância de tratar a saúde mental com seriedade e compreensão, especialmente em um momento tão delicado como o pós-parto.
A repercussão do caso tem gerado comoção e debates sobre a importância do acompanhamento e suporte adequados às mães que enfrentam a depressão pós-parto. A sociedade tem sido incentivada a buscar mais informações sobre a condição e a oferecer apoio às mulheres que passam por esse desafio, de modo a promover a saúde mental e o bem-estar de mães e bebês.
Com a expectativa de novos esclarecimentos após as investigações em andamento, o caso permanece em destaque, demonstrando a relevância de se abordar abertamente as questões relacionadas à saúde mental materna.