A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deu sinal verde para a inclusão de medidas de controle de erosões no Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em uma decisão recente, aprovou o Projeto de Lei 3009/21, que possui como objetivo principal a adição da prevenção e controle da erosão marítima e fluvial nas diretrizes do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Essa medida, agora, está a caminho da aprovação presidencial, a menos que algum recurso ao Plenário da Câmara seja apresentado.

Essa alteração na legislação visa garantir que a prevenção e controle da erosão marítima e fluvial sejam incorporados nas atualizações e aplicações dos planos estaduais e municipais de gerenciamento costeiro. Vale ressaltar que esses planos são elaborados e executados com o envolvimento da União, dos estados e dos municípios, através de órgãos e entidades pertencentes ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), relatora do projeto na CCJ, emitiu parecer favorável à constitucionalidade e juridicidade do texto. Segundo ela, não há nenhuma violação a princípios ou normas da Constituição de 1988. Esse parecer é importante para garantir que o projeto seja aprovado sem maiores problemas.

É válido ressaltar que o autor do projeto, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (PE), afirmou que as regiões costeiras abrigam mais de 45% da população brasileira e 75% das grandes cidades com mais de 10 milhões de habitantes. Esses números evidenciam a importância de se tomar medidas efetivas para combater os efeitos negativos causados pela erosão e pelo avanço do mar nessas áreas, como o aumento das enchentes.

Para entender melhor sobre a tramitação dos projetos de lei, recomenda-se acessar o link disponível no final do texto. Lá, é possível obter informações adicionais a respeito desse processo.

A inclusão da prevenção e controle da erosão marítima e fluvial nas diretrizes do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro é uma medida de extrema importância para a proteção das áreas costeiras do país. Caso o projeto seja sancionado pelo presidente, o Brasil dará um importante passo para a preservação e sustentabilidade dessas regiões, evitando e combatendo os efeitos negativos causados pela erosão e pelo avanço do mar.

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