“Qualquer um que assistiu ao jogo pela televisão percebeu que era impossível jogar nesse campo. E aqui entre nós, se perguntarmos aos jogadores, todos concordarão que não há condições. Isso é lamentável”, afirmou o treinador. A insatisfação de Zubeldía se intensificou ainda mais ao lembrar da lesão de Martinelli, jogador essencial na formação do Fluminense, que saiu machucado logo nos primeiros minutos da partida. O treinador destacou que, em sua carreira, raramente viu um jogador como Martinelli se machucar, o que levanta preocupações sobre as condições oferecidas aos atletas.
O técnico também enfatizou a importância de se garantir que os gramados estejam em boas condições para preservar a saúde dos jogadores. “A única coisa que peço é que as instituições responsáveis se esforcem para manter os gramados em condições adequadas, especialmente em jogos importantes como este. Uma partida desse nível não pode ser realizada em um campo desse jeito. A saúde dos atletas deve ser prioridade”, declarou.
Zubeldía reiterou a necessidade de uma maior atenção à infraestrutura dos estádios, sugerindo que a organização do evento deveria contemplar a possibilidade de transferir a partida para um local mais apropriado. Assim, ambas as equipes poderiam competir em igualdade de condições, refletindo o que é esperado em um torneio de alto nível.
Ele concluiu com um apelo à reflexão sobre a preparação dos campos, mencionando que havia tempo suficiente para garantir que o gramado estivesse apto para a realização do jogo. Com relação ao retorno do Fluminense aos gramados, a equipe tem um desafio marcado contra a Chapecoense no próximo domingo, enquanto o Operário enfrentará o Fortaleza no mesmo dia. O embate decisivo entre Fluminense e Operário na Copa do Brasil ocorrerá no dia 12 de maio, no Rio de Janeiro, onde as equipes buscam avançar na competição.







