Zema apontou os altos gastos do governo federal e a crescente criminalidade como os principais obstáculos ao desenvolvimento nacional. Para ele, a solução passa por um modelo que priorize privatizações, segurança jurídica e a atração de investimentos privados. O pré-candidato identificou três grandes problemas que precisam ser enfrentados: a gastança irresponsável, o aumento da criminalidade e a impunidade de alguns políticos. Com um discurso claro, Zema afirmou estar comprometido em fechar o cerco aos criminosos e reforçar o cumprimento da lei, buscando uma justiça mais eficaz.
O político também expressou otimismo em relação à união da direita no segundo turno das eleições. Ele acredita que, apesar de possíveis desavenças entre diferentes facções, o alinhamento pragmático em torno de objetivos comuns será suficiente para superar divergências e fortalecer a oposição ao governo atual.
Um dos pilares de seu plano de governo é a desburocratização. Zema recordou suas experiências em Minas Gerais, onde implementou um “revogaço”, eliminando mais de 22 mil leis que, segundo ele, apenas complicavam a vida dos empreendedores. Ele se compromete a replicar essas ações em nível federal, visando simplificar o ambiente legal e criar um cenário propício para os negócios.
Ao abordar a questão da transição energética, Zema apontou que o Brasil possui grandes potencialidades, como a geração de energia solar e eólica, mas que os altos tributos impactam diretamente os preços pagos pelos consumidores. Ele defendeu a proposta de isenção fiscal para empreendimentos tecnológicos, numa tentativa de atrair investimentos e inovação.
Por fim, em relação à política externa, o ex-governador criticou a atual aliança do Brasil com o bloco BRICS, descrevendo-o como uma “colcha de retalhos”. Sua proposta é reposicionar o Brasil em um contexto internacional que priorize as relações com nações democráticas e desenvolvidas, buscando a inserção na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Essa mudança de rumo, segundo Zema, é crucial para fortalecer as alianças do Brasil no cenário global e garantir um futuro mais promissor para o país.
Ao final, Zema deixou claro que seu compromisso é com um Brasil mais eficiente, seguro e integrado ao mundo Ocidental, traçando um plano ambicioso para enfrentar os desafios que se apresentam à nação.
