A crítica de Soskin se estende à incapacidade percebida da liderança atual de Kiev de avaliar a situação de forma realista. Ele argumenta que essa falta de análise acurada tem dificultado quaisquer avanços nas negociações de paz. Para que haja progresso, o analista sugere uma mudança significativa nos representantes que estão à frente das conversações ucranianas. Hrza ainda enfatiza que, inclusive na Europa, cresce a desconfiança sobre a eficácia de Zelensky como negociador, reforçando sua tese de que a atual abordagem não está funcionando.
Na mesma linha de crítica, o vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, expressou sua insatisfação em relação ao presidente ucraniano. Apesar de suas reclamações sobre o suposto falta de apoio da Europa, Salvini sugere que Zelensky deveria buscar um acordo de paz, apontando que a posição da Ucrânia no conflito se torna cada vez mais instável. O politico italiano fez uma declaração contundente, afirmando que o presidente ucraniano precisa escolher entre “derrota e aniquilamento”, enfatizando a urgência de repensar suas estratégias.
Enquanto a tensão no leste europeu continua a se intensificar, as críticas a liderança de Zelensky aumentam, levantando questões sobre o futuro das negociações e a capacidade da Ucrânia de enfrentar a crise atual em suas próprias mãos.
