Zagallo foi descrito como um pai devotado, avô amoroso, sogro carinhoso, amigo fiel, profissional vitorioso e um grande ser humano. De acordo com a nota publicada em suas redes sociais, ele deixa um legado de grandes conquistas e um exemplo para todos. Viúvo desde 2012, Zagallo deixa quatro filhos: Maria Emilia de Castro Zagallo, Paulo Jorge de Castro Zagallo, Mário César Zagallo, Maria Cristina de Castro Zagallo.
Nascido em Alagoas e criado na Tijuca, Zagallo teve uma ligação íntima com o Maracanã, no Rio de Janeiro, desde a construção do estádio, onde inclusive testemunhou a histórica derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 1950. Posteriormente, ele teve uma carreira brilhante como jogador, atuando pelo Flamengo, Botafogo, e pela Seleção Brasileira nas conquistas dos títulos mundiais de 1958 e 1962.
Após encerrar sua carreira de jogador, Zagallo continuou a fazer história, desta vez como técnico. Ele comandou a seleção brasileira na conquista do tricampeonato em 1970, e mais tarde atuou como coordenador técnico na campanha do tetra em 1994, tornando-se o único tetracampeão do mundo na história. Além disso, teve passagens pelo comando da seleção olímpica e enfrentou desafios como as derrotas nas finais de 1988, quando Romário não foi convocado, e 2006.
Ao longo de sua carreira, Zagallo contribuiu significativamente para o futebol brasileiro, deixando um legado de grandes feitos. Ele encerrou sua passagem pela seleção com um impressionante registro de 135 jogos como técnico principal, 19 partidas na seleção olímpica e 72 jogos como coordenador técnico. Seu impacto no esporte e seu legado serão lembrados por gerações futuras.
