Durante sua reflexão, Yolanda também discutiu a terminologia em torno da identidade de gênero. Para ela, o termo “trans” representa uma forma mais suave e inclusiva de mencionar travestis, mas a influenciadora levantou questões importantes sobre a expressão “mulher trans”. Yolanda acredita que o termo “mulher” deve ser reservado para aquelas que nasceram nesse gênero, enfatizando que travestis e outras identidades de gênero devem ser reconhecidas de forma distinta. Essa perspectiva busca promover uma melhor compreensão da diversidade dentro da comunidade LGBTQIA+.
Além das questões terminológicas, Yolanda fez uma abordagem significativa sobre os direitos da comunidade. Em sua fala, ela ponderou que a luta por direitos não deve resultar em disputas que ferem outras pessoas. Em vez de reivindicar acessos que possam causar conflitos, Yolanda sugere a criação de espaços próprios que respeitem a individualidade e a dignidade de todos. Essa abordagem visa construir um ambiente mais harmônico, onde diferentes identidades possam coexistir sem atritos.
Yolanda Panda, ao compartilhar sua experiência pessoal e suas reflexões sobre identidade, terminologia e direitos, não apenas inspira outros a viverem de forma autentica, mas também provoca importantes discussões sobre inclusão e respeito nas diversas esferas da sociedade. Sua mensagem ressalta a importância da aceitação e da luta responsável por um mundo mais justo e igualitário para todas as identidades de gênero, refletindo uma visão otimista e construtiva sobre o futuro da comunidade LGBTQIA+.





