De acordo com informações do Instituto Biota, a morte de Leôncio foi causada por uma forte pancada no crânio, o que descarta a hipótese de morte por causas naturais. O animal já estava presente na costa alagoana havia algumas semanas, passando por um processo de troca de pelagem. Ele foi visto pela primeira vez na Barra de Santo Antônio, onde descansou por um período prolongado. Desde então, Leôncio percorreu diversas praias, incluindo áreas nas proximidades da capital Maceió, atraindo a atenção tanto de moradores quanto de turistas.
O último avistamento registrado de Leôncio ocorreu no dia 27 de março, em Jequiá da Praia. A confirmação de sua morte foi divulgada na madrugada do dia 4 de abril. Em decorrência do trágico acontecimento, o Instituto Biota de Conservação protocolou uma denúncia formal junto ao Ministério Público Federal (MPF), ao Ibama e ao Instituto do Meio Ambiente (IMA). O laudo da necrópsia anexado ao documento corroborou a hipótese de que Leôncio não foi vítima de causas naturais, mas sim de um abate brutal.
A repercussão da morte do animal não se limita a um triste evento isolado, mas levanta questionamentos urgentes sobre a proteção da fauna marinha e a responsabilidade de todos em preservar a biodiversidade local. As redes sociais têm sido uma plataforma essencial para que vozes como a de Xuxa se façam ouvir e, assim, clamem por ações efetivas das autoridades competentes em defesa dos direitos dos animais.





