Em uma postagem nas redes sociais, Bonner fez questão de relembrar a trajetória profissional que compartilhou com Selma, destacando a base de amizade e respeito que construíram ao longo de 40 anos. Ele afirmou que Selma foi sua primeira chefe quando ingressou na Rede Globo em junho de 1986 e que, após uma luta incansável contra a enfermidade, ela finalmente tinha o direito de descansar. O apresentador também frisou que Selma era uma profissional verdadeiramente leal, ressaltando a importância de ter pessoas assim ao nosso lado em qualquer jornada.
As manifestações de pesar não se limitaram a Bonner. Nas redes sociais, companheiros da profissão também expressaram sua tristeza pela perda. A jornalista Daniela Branches comentou sobre a importância de amizades leais no ambiente profissional, enquanto a atriz Nany People deixou seus sentimentos em forma de condolências. Essas reações evidenciam a relevância de Selma no meio jornalístico e a consideração que os colegas tinham por ela.
A carreira de Selma foi marcada por importantes contribuições à televisão brasileira. Ela começou sua jornada na Globo nos anos 1980, onde chefiou diversos telejornais e foi crucial na formação de novos talentos da comunicação. Sua experiência não se restringiu apenas à Globo; ela também teve passagens por emissoras como SBT e Record. Após um período fora da Globo, Selma retornou em 2000 para ocupar funções de destaque, como a coordenação de edição do Jornal Nacional, onde teve um papel fundamental na organização de reportagens e na supervisão de equipes.
Recentemente, em 2021, Selma havia se afastado de suas atividades profissionais para focar em sua saúde. A notícia de sua morte deixa uma lacuna no cenário do jornalismo e serve como um lembrete do impacto que uma vida dedicada à profissão pode ter.
