De acordo com Taffarel, a experiência de Weverton foi um dos principais fatores que influenciaram a convocação. Ele ressaltou que, devido às lesões recentes dos titulares Alisson e Ederson, a equipe técnica buscou garantir uma opção mais segura e experiente para o cargo de goleiro. “Weverton já está conosco há um longo período, com mais de 50 convocações e mais de 10 jogos oficiais. A sua trajetória inclui participações em competições de grande importância, o que nos transmite a confiança necessária”, afirmou Taffarel.
As “lesões” mencionadas pelo preparador referem-se ao estado físico dos goleiros principais da seleção. Alisson, do Liverpool, encontra-se afastado desde março devido a uma lesão na coxa direita, embora Taffarel se mostre otimista quanto à sua recuperação, prevendo que ele estará pronto para os jogos no Mundial. “Ele já iniciou os treinos com o grupo e deve atuar neste final de semana”, comentou.
Entretanto, a escolha de Weverton não foi influenciada pelos erros cometidos por Bento em sua recente atuação pelo Al-Nassr. Taffarel enfatizou que conversou com o jovem goleiro após a partida e deixou claro que essas falhas não teriam impacto nas decisões da comissão técnica. “Se fôssemos nos basear em um único erro, poderíamos ter convocado outros goleiros, mas priorizamos a experiência”, disse.
Assim, Taffarel reafirmou a confiança em Bento como futuro integrante da seleção, destacando que a escolha atual se fundamentou estritamente na vivência de Weverton em competições de alto nível. Com a pressão da Copa do Mundo se aproximando, a questão dos goleiros na seleção brasileira se torna não apenas uma escolha técnica, mas um reflexo dos desafios e riscos que envolvem o torneio.





