Além de Nikolas Ferreira, outras visitas foram autorizadas para senadores e deputados, incluindo Bruno Bonetti e Carlos Portinho, além do deputado Ubiratan Sanderson. As visitas ocorrerão em dois grupos diferentes: um no dia 18 de fevereiro e outro no dia 21 de fevereiro, em horários distintos, permitindo que os parlamentares mantenham contato com o ex-presidente em um contexto mais restrito.
Recentemente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também teve a oportunidade de se reunir com Bolsonaro. O encontro, que estava agendado para a semana anterior, foi adiado por solicitação do governador, que alegou compromissos em seu estado. Essa rotina de encontros e visitas reflete a busca por apoio e diálogo entre os aliados de Bolsonaro, mesmo em meio à sua detenção.
Vale ressaltar que, durante a mesma semana, Moraes rejeitou os pedidos de visitas de figuras proeminentes do PL, como Valdemar Costa Neto e o senador Magno Malta. A defesa do ex-presidente argumenta que esses encontros têm como objetivo viabilizar uma comunicação direta e a necessidade de um diálogo mais próximo, estabelecendo assim uma conexão relevante com a base política que apoia Bolsonaro.
A situação do ex-presidente, que cumpre uma pena de aproximadamente 27 anos por tentativa de golpe de Estado, continua a gerar debates e movimentações políticas mais amplas. Este cenário convida à reflexão sobre o papel de ex-líderes políticos e suas interações com os atuais representantes do povo, em tempos em que as divisões políticas permanecem acentuadas no Brasil.
