Logo no início do desfile, Virginia se viu obrigada a retirar o costeiro, uma peça que pesava mais de 12 kg, ao chegar no segundo recuo da bateria. Essa situação evidenciou as dificuldades que a artista enfrentou com seu figurino, que, apesar de visualmente impressionante, se mostrou complicado para quem estava em ação. Ela expressou sua insatisfação em uma conversa descontraída, relatando que o peso excessivo da fantasia estava afetando seu desempenho. “O costeiro é muito pesado, e a parte inferior do maiô não aguentava”, desabafou.
Outro ponto crítico foi o tapa-sexo, que, embora tenha se descolado parcialmente, não expôs a genitália da rainha de bateria. Virginia já havia manifestado sua preocupação em relação a essa parte do figurino nos dias que antecederam o evento. “Eu suo muito e tudo acaba descolando”, explicou. Em tom de humor, ela refletiu sobre as soluções que algumas pessoas sugeriram, como o uso de supercola, questionando, entre risadas, como seria possível remover esse tipo de adesivo depois do desfile.
As vaias vindas do público também foram uma experiência difícil para Virginia, que esperava ser recebida com apoio e entusiasmo. Elas se somaram ao estresse do desfile, criando um cenário desafiador desde o início. Apesar dos desafios, o desempenho de Virginia não expôs sua vulnerabilidade máxima, pois, embora tenha sentido o peso e a pressão, ela conseguiu manter a dignidade e a elegância, essenciais para a figura de uma rainha de bateria.
Mesmo com todos esses obstáculos, a jovem mantinha a esperança de que a experiência fosse apenas uma introdução a um futuro melhor nos desfiles. Com a força e o carisma que a caracterizam, Virginia promete continuar a sua jornada no samba, aprendendo e se aperfeiçoando após essa estreia tumultuada. Em meio a contratempos, a determinação de Virginia em brilhar se destacou e gerou expectativa sobre suas futuras performances.
