A fiscalização foi coordenada por diversos órgãos, incluindo a Unidade de Vigilância de Zoonoses, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maceió, a Delegacia de Crimes Ambientais da Polícia Civil e a Guarda Civil Municipal. O conjunto de esforços visou garantir a saúde pública e a proteção ambiental, aspectos que se tornaram cada vez mais relevantes no cenário urbano atual.
Durante a operação, os proprietários das pocilgas foram orientados a regularizar sua situação dentro do que estipula a legislação municipal. Um prazo de dez dias foi estabelecido para que as adequações necessárias sejam realizadas. Caso as irregularidades não sejam sanadas nesse intervalo, os responsáveis poderão enfrentar penalidades que acarretam multas variando de R$ 180 a R$ 138 mil, dependendo da gravidade da contrariedade.
Essas medidas refletem uma preocupação crescente das autoridades em relação ao bem-estar da população e à proteção do meio ambiente, especialmente em áreas urbanas, onde a convivência de atividades rurais com a urbanização pode gerar conflitos e complicações sanitárias. A atuação integrada dos órgãos competentes é um passo importante para a promoção de um ambiente mais saudável e para a manutenção da ordem pública em Maceió.
