Vigilância Sanitária Apreende 500 kg de Alimentos Estragados em Feira de Maceió e Autua Responsáveis com Multas que Podem Chegar a R$ 38 Mil

Na última quinta-feira, uma operação da Vigilância Sanitária em Maceió resultou na apreensão de 500 quilos de alimentos impróprios para consumo. A fiscalização ocorreu em uma feira livre localizada no bairro da Levada, onde os agentes encontraram itens que não atendiam aos padrões mínimos de segurança alimentar, como a validade vencida e o armazenamento inadequado.

Os produtos recolhidos incluíam uma variedade de alimentos, como charque, calabresa, mortadela, biscoitos e pipocas, todos considerados inadequados para a comercialização. Essa ação destaca a contínua preocupação das autoridades com a saúde pública e a segurança alimentar, especialmente em locais de venda direta ao consumidor, onde a manipulação e a conservação dos produtos são essenciais.

Os responsáveis pela venda dos alimentos foram autuados e agora enfrentam um processo administrativo que poderá acarretar multas que variam de R$ 180 a R$ 38 mil, dependendo da gravidade das infrações e de possíveis reincidências. Essa medida é fundamental para coibir práticas irregulares e garantir que os consumidores tenham acesso a produtos seguros.

A Vigilância Sanitária reforçou a importância da colaboração da população na identificação de irregularidades. Os cidadãos podem fazer denúncias pelo telefone (82) 3312-5496, disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, que funciona 24 horas por dia. O sigilo das informações é assegurado, incentivando que mais pessoas se sintam à vontade para relatar situações duvidosas.

A atuação da Vigilância entra em um contexto mais amplo de vigilância e controle sanitário que visa proteger a saúde da população e garantir a qualidade dos alimentos que circulam nos mercados locais. A apreensão recente é um lembrete da importância de manter rigorosos padrões de higiene e segurança nas feiras e outros pontos de venda, onde a responsabilidade pela saúde pública é compartilhada entre comerciantes e autoridades.

Sair da versão mobile