Nas imagens, podemos observar Daiane descendo para o subsolo do prédio onde residia. Assim que as portas do elevador se abrem, ela se depara com Cléber Rosa de Oliveira, o síndico do prédio, que aparece agindo de forma suspeita, utilizando luvas. Esse detalhe, conforme destacou a polícia, é um forte indício de que o ataque foi cuidadosamente planejado. O uso de luvas indicaria não apenas a intenção de evitar deixar impressões digitais, mas também um comportamento calculado que deveria levantar alarmes sobre a segurança no local.
Adicionalmente, o delegado Jão Paulo Mendes forneceu mais informações sobre a cena do crime. Ele mencionou que Cléber havia posicionado sua caminhonete de maneira estratégica, com a capota aberta, e puxado o veículo para mais perto do local onde pretendia abordar Daiane. Essas ações sugerem um planejamento meticuloso, o que agrava ainda mais a gravidade do crime.
Sobre a arma utilizada, o superintendente da Polícia Científica, Ricardo Matos, informou que se tratava de uma pistola .380 semiautomática. Daiane foi alvejada por dois disparos, um dos quais ficou alojado em sua cabeça, enquanto o outro saiu pelo lado esquerdo do corpo, evidenciando a brutalidade do ataque. As condições em que o crime foi cometido e a frieza do autor têm levantado questões sobre a segurança em ambientes residenciais, além de chocarem a comunidade local.
Com o caso em investigação, a repercussão é intensa, e a sociedade clama por justiça. O acompanhamento do caso pela mídia é vital para que os detalhes continuem sendo expostos e para que se possa compreender melhor a natureza deste ato violento, que certamente deixa marcas profundas, não só na família de Daiane, mas em toda a comunidade. As autoridades seguem empenhadas em esclarecer todos os aspectos desse trágico incidente.







