Segundo Braz, Varela estava indo ao encontro de dois amigos que se envolveram na confusão entre uruguaios e brasileiros, especificamente torcedores do Botafogo. O jogador, que havia treinado normalmente no Ninho do Urubu, estava preocupado com seus amigos e decidiu ajudá-los. Quando a Polícia Militar chegou ao local, Varela estava dentro do carro e obedeceu às ordens dos policiais.
Braz ressaltou que a situação lamentável que ocorreu na orla do Rio de Janeiro não condiz com o que o futebol merece. Ele explicou que o jogador retornou ao clube após o incidente e participou de um almoço com a comissão técnica. O vice-presidente enfatizou que Varela apenas tentou ajudar seus amigos e não estava envolvido em tumultos.
O dirigente ressaltou que a rápida propagação de informações e imagens nas redes sociais contribuíram para a polêmica em torno do jogador. Braz também destacou que o clube estava focado na reta final da temporada e que não havia nenhuma festa, apenas um almoço reservado para os funcionários do futebol.
Em meio a toda a repercussão do episódio, Varela foi defendido pelo Flamengo e seu vice-presidente, que enfatizaram a inocência do jogador e sua preocupação com os amigos envolvidos na confusão. A situação foi esclarecida e Varela pôde retornar às suas atividades normais no clube.





