A disputa em curso no Rio Grande do Sul já se apresenta acirrada, evidenciada pelas recentes pesquisas de intenção de voto. Uma sondagem realizada pela Genial/Quaest em abril indicou que a ex-deputada Juliana Brizola, do PDT, lidera com 24% das intenções, enquanto Luciano Zucco, do PL, aparece em segundo lugar com 21%. Gabriel Souza figura em terceiro, com apenas 6%, o que demonstra um desafio considerável para sua candidatura.
A chapa já está em andamento, com Souza escolhendo o deputado estadual Ernani Polo, do PSD, como seu companheiro de corrida. Além disso, o ex-governador Germano Rigotto e Frederico Antunes, um influente líder na Assembleia Legislativa, são os pré-candidatos ao Senado que compõem essa formação.
A estratégia de Souza, que foi impactada pela decisão de Eduardo Leite de completar seu mandato ao invés de se candidatar à Presidência, é clara: mesmo sem a possibilidade de assumir o cargo no Executivo estadual antes das eleições, sua campanha confia na força de uma chapa bem estruturada, que busca representar uma diversidade política e regional significativa.
Enquanto isso, a dinâmica da disputa continua a se intensificar, com Brizola tendo como vice Edegar Pretto, uma movimentação vista como parte de uma estratégia mais ampla do PT para consolidar o apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Por sua vez, Luciano Zucco já havia oficializado sua pré-candidatura em abril, angariando apoiadores de diversas siglas, posando como um forte adversário nesta corrida eleitoral. O cenário promete fortes emoções até o dia das eleições, com os candidatos buscando fortalecer suas bases regionais e alianças estratégicas em um clima de polarização política.





