De acordo com a análise da empresa, fatores como o combate à ilegalidade no setor de distribuição de combustíveis, a elevação nos preços e uma possível escassez de produtos contribuíram para a movimentação de clientes dos postos de bandeira branca para as redes embandeiradas. Ernesto Pousada, CEO da Vibra, destacou que a empresa, atuando como uma distribuidora independente, soube aproveitar essa tendência. Durante o período, a Vibra conseguiu agregar 155 novos postos, totalizando 7.514 unidades e resultando em um crescimento líquido de 58 estabelecimentos.
A receita líquida da companhia também foi robusta, alcançando R$ 48,251 bilhões, o que representa um aumento de 7% em relação ao primeiro trimestre de 2025. O volume de vendas apresentou uma alta de 4%, totalizando 8,737 milhões de metros cúbicos.
No que tange à estrutura de capital, a dívida líquida da Vibra Energia encerrou o trimestre em R$ 18,615 bilhões, uma diminuição de 9% em comparação anual. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, se situou em 2 vezes, ligeiramente acima das 1,8 vez registradas no mesmo período de 2025. Quando analisamos a dívida em relação ao final de 2025, houve uma redução de 3%, enquanto no quarto trimestre anterior, a alavancagem era de 2,4 vezes. Esse panorama financeiro revela não apenas a resiliência da Vibra em um mercado desafiador, mas também sua capacidade de contornar adversidades e se posicionar favoravelmente diante das oscilações do setor.
