Durante a sua fala, o piloto da Red Bulladmitiu que a equipe enfrenta um atraso em comparação ao desempenho do ano anterior. Ele enfatizou que atualmente é preciso observar as atualizações que outras equipes trouxeram para poder entender melhor o cenário competitivo. “Estamos um pouco mais atrasados do que no ano passado. Espero que possamos afastar-nos da batalha no meio do pelotão e conseguir um desempenho superior”, disse Verstappen.
A nova configuração dos motores, onde a parte elétrica representa quase 50% da potência total de 1000 cv, gerou preocupações entre os pilotos devido à complexidade das técnicas de direção necessárias para recarregar as baterias. Verstappen foi contundente ao criticar a mudança, referindo-se a ela como uma situação que se assemelha à “Fórmula E com esteroides”, expressando sua insatisfação com a direção que as regulamentações estão tomando.
Laurent Mekies, chefe de equipe da Red Bull, minimizou as especulações sobre a possível aposentadoria de Verstappen, assegurando que o piloto está comprometido com a equipe, apesar de seus comentários críticos. O holandês também elogiou o diálogo recente com a Fórmula 1 e a FIA, ressaltando a importância de incluir os pilotos nas discussões sobre futuras mudanças em regulamentos. “Essas alterações são mais como uma cosquinha, pois a F1 é um esporte complexo e político. Espero que consiganamos fazer mudanças significativas no futuro”, disse Verstappen.
As novidades nas regras, que entram em vigor no GP de Miami, têm como proposta melhorar as classificações, a segurança, as largadas e as disputas em condições adversas. O treino livre foi estendido para 1h30, uma tentativa de facilitar a adaptação dos pilotos às novas normas. O presidente da F1, Stefano Domenicali, reafirmou seu apoio ao feedback de Verstappen, transmitindo que o piloto é valorizado e seus insights são considerados importantes para o futuro da categoria.







