Vereador Pastor João Luiz renuncia ao cargo na Câmara de Maceió apenas uma semana após assumir, citando motivos pessoais e religiosos.

Neste sábado, 25 de abril, o vereador Pastor João Luiz utilizou suas redes sociais para anunciar a renúncia ao seu mandato na Câmara Municipal de Maceió, apenas uma semana após sua posse. O parlamentar, que assumiu a vaga deixada pelo vereador Thiago Prado ao se transferir para o Executivo municipal, foi convocado devido à desistência dos suplentes João Catunda e Ronaldo Luz.

Filho do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), João Luiz já possui uma vasta experiência na política, com mais de duas décadas de atuação. Ele previamente desempenhou funções como vereador, tendo sido presidente da Câmara, além de ter exercido o cargo de deputado estadual de 2015 a 2018. Também é líder religioso na Igreja do Evangelho Quadrangular.

Em seu vídeo, o vereador explicou que a decisão de deixar o cargo foi impulsionada pela percepção de que não possuía as condições necessárias para exercer seu mandato de forma efetiva. “Assumi há uma semana como vereador de Maceió e não senti que era mais ali meu lugar. Eu não tenho funcionários para trabalhar e nem como manter meu gabinete”, declarou, manifestando sua dificuldade em apresentar projetos e lutar por suas pautas.

Além das questões administrativas, João Luiz destacou que sua decisão estava enraizada em convicções pessoais e religiosas. “Tenho orado e o que Deus tem me dito é que não é ali o meu lugar”, afirmou. Assim, ele planeja comunicar oficialmente sua renúncia na próxima segunda-feira, 27 de abril, expressando gratidão a seus aliados políticos que contribuíram para sua entrada na Câmara.

Ao encerrar, o vereador reafirmou seu compromisso com suas atividades como líder religioso, garantindo que voltará a se concentrar em sua igreja e em seu trabalho evangelístico. “Continuarei sendo apenas o Pastor João Luiz”, concluiu. A sequência após sua saída será o seguinte passo para a definição do próximo suplente, respeitando a ordem estabelecida pela Justiça Eleitoral.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo