Segundo informações obtidas durante as investigações, o parlamentar teria se envolvido em uma discussão acalorada com a dona do bar após questionar o valor da conta, gerando um clima de tensão. Em meio ao desentendimento, o vereador, em uma atitude intimidatória, exibiu uma pistola calibre 9 milímetros, fato que deixou a vítima bastante assustada e vulnerável.
A Polícia Militar foi acionada imediatamente e, ao chegar ao local, deteve o vereador sob a acusação de ameaça. No entanto, é importante ressaltar que a arma em questão não foi encontrada no momento da abordagem, o que gerou certa controvérsia em torno da legitimidade da situação. Após uma audiência de custódia realizada no dia seguinte ao incidente, o parlamentar foi liberado.
Entretanto, a situação não terminou por aí. Dias após a sua soltura, a Justiça decidiu pela prisão preventiva do vereador, levando à expedição de um mandado que foi cumprido no dia 4 de fevereiro, em Cacimbinhas. O desdobramento do caso continua a ser um ponto de atenção na comunidade local, especialmente devido à natureza das alegações envolvidas.
Recentemente, em 11 de outubro, a arma supostamente utilizada na ameaça foi apreendida, o que representa um avanço nas investigações que começaram a esclarecer os fatos ocorridos. Com o inquérito finalizado, o processo foi encaminhado ao Poder Judiciário, onde o vereador responderá pelos crimes de ameaça e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Este caso, além de impactar a política local, também levanta importantes questões sobre a segurança e o comportamento de figuras públicas diante da lei.
