Essa falta de apoio externo é vista como um indicativo do isolamento dos Estados Unidos em relação a sua política agressiva na região. O chanceler enfatizou que a agressão não só fere a soberania venezuelana, mas também contraria normas do Estado de Direito, sendo unanimemente condenada por vozes internacionais. Ele também destacou que essa condenação não se limita a declarações isoladas, mas representa um consenso em defesa de princípios fundamentais.
Com o intuito de contestar as ações de Washington, o governo venezuelano anunciou que buscará apoio em plataformas internacionais, como a ONU. Para isso, já foi solicitada uma reunião de urgência do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O movimento reflete uma estratégia mais ampla do governo venezuelano para mobilizar aliados e estabelecer um frente contra o que considera violações de soberania.
A situação evidencia a complexidade das relações diplomáticas na América Latina, onde a Venezuela, sob intensa pressão internacional, se vê buscando caminhos alternativos para legitimar sua posição no cenário global. A reação internacional ao ataque dos EUA poderá influenciar não apenas a posição da Venezuela, mas também a percepção global sobre a legitimidade das ações norte-americanas na região. Assim, a resposta da comunidade internacional será crucial nos próximos dias, à medida que os acontecimentos se desenrolam e a Venezuela busca reafirmar sua soberania diante de um cenário adverso.
