Entretanto, nem todos os setores apresentaram resultados positivos. A venda de combustíveis e empresas enfrentou uma redução de 1,7%, enquanto o segmento de tecidos, vestuário e calçados viu uma queda significativa de 2,6%. Os produtos impressos, como livros, jornais e revistas, também registraram um declínio expressivo de 9,9%. Essas oscilações refletem um mercado em constante adaptação às demandas e comportamentos dos consumidores.
Além disso, as cifras no comércio varejista ampliado, que engloba material de construção e a venda de veículos, também revelaram um cenário desafiador. Este segmento observou quedas de 3,5% em materiais de construção e 1,5% em veículos, incluindo motos e peças. O varejo ampliado, que integra diversas atividades do comércio, apresentou uma queda de 1,0% em junho comparado ao mês anterior. Essa redução contrasta com a leve recuperação de 0,4% no trimestre encerrado em maio, destacando as dificuldades que os comerciantes enfrentam.
A média móvel trimestral do varejo ampliado também sofreu uma queda de 0,7% no último trimestre, o que indica uma tendência de retração em um cenário econômico que continua a ser desafiador. Essa análise setorial reforça a necessidade de estratégias adaptativas para os varejistas, que buscam não apenas sobreviver, mas prosperar em um ambiente econômico repleto de incertezas.




