Na decisão emitida nesta sexta-feira (23/8), o juiz João Batista Gonçalves justificou o confisco do valor, ressaltando que o mesmo é autorizado quando todos os esforços para localizar Jair Renan se mostram ineficazes. Segundo informações, em 16 de maio, um oficial de Justiça tentou intimar Jair Renan em um endereço no Lago Sul, em Brasília, sem sucesso. Antes disso, houve tentativas no Estádio Mané Garrincha, onde a empresa Esfera Arena e Negócios atuava.
Após a tentativa frustrada, a instituição financeira solicitou um novo mandato de citação e a pesquisa de ativos financeiros, solicitando à Justiça a análise e deferimento da citação em Balneário Camboriú (SC). O banco reforçou o pedido para a pesquisa de bens a fim de localizar os ativos financeiros em nome de Jair Renan.
A reportagem tentou entrar em contato com a defesa do filho do ex-presidente, porém até o momento, não obteve resposta. O espaço segue aberto para possíveis esclarecimentos sobre a situação. A decisão da 1ª Vara de Execução de Títulos Extrajudiciais e Conflitos Arbitrais de Brasília evidencia a gravidade da situação financeira de Jair Renan e a assertividade do banco em buscar a quitação da dívida.
