De acordo com a denúncia, o valor acumulado pela UPA chega a impressionantes R$ 511.481,85, considerando os valores em aberto desde 2023 até 2024. A concessionária deixou claro que não conseguiu chegar a um acordo com o governo de Alagoas para resolver a situação, o que culminou na entrada do MPAL no caso.
Diante desse cenário, o caso foi encaminhado à 26ª Promotoria de Justiça da Capital, que ficará responsável por analisar as implicações legais e adotar as medidas cabíveis para solucionar o problema. As autoridades estão diligentes e acompanhando de perto o desenrolar do processo, buscando garantir que a UPA do Tabuleiro do Martins regularize sua situação e não tenha seu funcionamento comprometido.
É importante destacar a seriedade do caso e a importância de todas as partes envolvidas cooperarem para encontrar uma solução viável. A energia elétrica é essencial para o funcionamento de unidades de saúde, e a falta de pagamento das faturas pode prejudicar o atendimento à população. Portanto, espera-se que as medidas necessárias sejam tomadas o mais breve possível para evitar maiores transtornos.





