O objetivo deste novo protocolo é aumentar a segurança nas fronteiras, simplificar o processo de deslocamento e, ainda, coibir a migração irregular. O sistema abrange 25 dos 27 países membros da União Europeia, além de Noruega, Suíça, Islândia e Liechtenstein. Os países Irlanda e Chipre, que não fazem parte do Espaço Schengen, continuarão a seguir os procedimentos anteriores para o controle de passaportes.
Conforme o novo sistema entra em operação, os viajantes que chegarem pela primeira vez a um dos países do Espaço Schengen terão que utilizar plataformas de autoatendimento. Nesse momento, será necessário escanear os passaportes e fornecer as informações solicitadas. Espera-se que essa mudança cause um aumento temporário nas filas, uma vez que todos os viajantes devem passar por esses totens de verificação. No entanto, a expectativa é que, com o tempo, o processo se torne mais ágil, especialmente para aqueles que já tiveram seus dados cadastrados e não precisarão repeti-los a cada visita.
Além das informações básicas, como o nome completo e a data de nascimento, o sistema coletará dados sobre a data e o local de entrada e saída, uma imagem facial e as impressões digitais dos viajantes. Importante destacar que esses dados estarão armazenados por um período de três anos e serão compartilhados entre as autoridades de imigração e segurança dos países europeus, fortalecendo assim a cooperação na supervisão das fronteiras.
Com essa inovação, a União Europeia busca não apenas modernizar e tornar mais eficientes os processos de controle fronteiriço, mas também garantir maior segurança e proteção dos cidadãos, promovendo um ambiente de viagem que seja, ao mesmo tempo, seguro e acessível.






