No registro, a rainha menciona: “Edward veio me ver”, se referindo ao seu secretário particular, Sir Edward Young. Além disso, Elizabeth também abordou a posse dos novos membros do Conselho Privado em suas anotações finais. A descoberta do diário em que a rainha costumava fazer anotações sobre seus compromissos foi relevada pelo biógrafo, que explicou que ela ainda mantinha o hábito de escrever no diário, mesmo dois dias antes de seu falecimento.
Foi revelado que o propósito do diário era manter a memória da rainha atualizada, registrando informações práticas e fatos do seu dia a dia. Segundo Hardman, o livro ainda detalha que o rei Charles, agora seguindo os passos de sua mãe, também faz suas próprias anotações, embora de forma mais pontual e objetiva, registrando memórias e reflexões sobre os eventos diários.
A relação entre a rainha Elizabeth II e seu diário revela um lado mais íntimo e prático da monarca que, mesmo nos últimos momentos de sua vida, mantinha o costume de registrar seus afazeres e pensamentos. A descoberta desse detalhe íntimo acrescenta mais uma camada à história e legado deixados por uma das figuras mais emblemáticas da realeza britânica.






