Apesar do apelo do presidente ucraniano, os representantes dos países membros da UE não responderam imediatamente ao valor solicitado. O presidente da cúpula, António Costa, mencionou que a UE já havia prometido 15 bilhões de euros em ajuda à Ucrânia nas últimas semanas, e acredita que esses compromissos poderão ser aumentados.
A proposta feita anteriormente por Kallas, de um compromisso de até 40 bilhões de euros (R$ 240 bilhões) em ajuda militar à Ucrânia até 2025, também foi discutida na reunião. No entanto, alguns países, principalmente no sul da Europa, demonstraram resistência a essa proposta. A preocupação em reforçar as defesas da UE esteve em destaque, juntamente com a incerteza em relação ao apoio financeiro dos Estados Unidos à OTAN.
Além disso, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que na próxima quinta-feira (27), Zelenskiy estará em Paris para dialogar com uma coalizão de países interessados em discutir estratégias para ajudar a defender a Ucrânia. A posição do primeiro ministro húngaro, Viktor Orbán, foi divergente, pois ele se manifestou contra o apoio à Ucrânia e inclusive contra a adesão do país à UE, alegando que a organização busca colonizar a Ucrânia.
Essas discussões dentro da UE demonstram a complexidade das relações internacionais e a necessidade de cooperação entre os países membros para tomar decisões que afetam questões de segurança e geopolítica. O cenário político da região segue incerto, com diferentes posições sendo apresentadas e debatidas.





