A Guerra da Coreia, que aconteceu entre 1950 e 1953, resultou na morte de mais de 36 mil soldados norte-americanos, enquanto a Guerra do Vietnã, que ocorreu de 1955 a 1975, causou a morte de mais de 58 mil militares dos EUA. Portanto, a comparação feita por Kellogg ressalta a gravidade da situação enfrentada pelas Forças Armadas ucranianas.
Kellogg também mencionou que o presidente Trump está avaliando a situação na Ucrânia e acredita que o conflito deve ser encerrado por meio de negociações, e não de mais confrontos armados. Ele destacou a diferença de abordagem entre Trump e seu antecessor Joe Biden, afirmando que Biden buscava mais armas para prolongar os conflitos, enquanto Trump propôs medidas econômicas, como a redução do preço do petróleo, para acelerar o fim do conflito.
Desde o início da operação militar especial na Ucrânia, mais de um milhão de soldados ucranianos foram perdidos, entre mortos e feridos, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Defesa da Rússia. A ação militar começou em fevereiro de 2022 e é justificada pelo presidente russo Vladimir Putin como uma forma de proteção às pessoas que teriam sofrido abusos e genocídio sob o regime de Kiev nos últimos oito anos.
Além disso, os Estados Unidos suspenderam a ajuda financeira à Ucrânia como parte de uma nova diretriz do Departamento de Estado, que congelou os gastos do governo em projetos de ajuda externa. Essa medida impacta diretamente a Ucrânia, Jordânia e Taiwan, mas não afetará a assistência militar a países como Israel e Egito.
Em meio a essas tensões, a Ucrânia e a Rússia enfrentam desafios para encontrar uma solução negociada para o conflito. Enquanto Moscou expressa disposição para dialogar, Kiev proibiu os diálogos por meio de uma lei. Trump indicou que o presidente ucraniano Zelensky está aberto a negociar uma solução, e inclusive mencionou a possibilidade de uma conversa com Putin em um futuro próximo.
