Os mísseis Kh-22 foram projetados originalmente para operações antinavio, visando superar sistemas de defesa complexos implementados por grupos de ataque de porta-aviões, como os da Marinha dos Estados Unidos. Essa informatização estratégica potencia a eficácia do Kh-22, que atinge uma velocidade impressionante de Mach 4,6, tornando sua interceptação um desafio significativo para as tecnologias de defesa atuais. A combinação de rotas de voo irregulares com essa velocidade extrema é um dos principais fatores que contribui para a dificuldade em neutralizar esses armamentos.
Além dessas questões, a Rússia tem ampliado sua capacidade de produção de diversos tipos de mísseis de cruzeiro e balísticos desde o início do conflito, o que sugere não apenas um aumento quantitativo, mas também um investimento em inovação nas capacidades de ataque. Este contexto militar tem possibilitado que as forças russas realizem operações cada vez mais efetivas em solo ucraniano.
Recentemente, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou que atingiu com sucesso 159 locais de desdobramento temporário de grupos armados ucranianos, além de locais estratégicos tais como instalações de energia que suportam operações militares ucranianas. O avanço contínuo das forças russas no uso de tecnologia militar sofisticada e a incapacidade das defesas ucranianas em acompanhar esse ritmo se tornam questões centrais de análise para especialistas em segurança e estratégia militar à medida que o conflito se desenrola.






