Entretanto, uma cena preocupante chamou a atenção de todos: um homem desceu de uma jangada para tocar e manusear o animal, uma prática proibida pela resolução nº 02/2020 do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram-AL). De acordo com a norma, qualquer tipo de contato físico, alimentação ou oferta de bebida aos peixes-bois e tartarugas é considerado molestamento e pode acarretar em penalidades. A legislação federal estabelece multas a partir de R$ 2.500 para quem desrespeitar essa regra.
O Instituto Biota utilizou suas redes sociais para alertar sobre os perigos dessa interação. Além de configurar um crime ambiental, o contato humano pode prejudicar a adaptação dos peixes-bois ao meio natural e comprometer sua sobrevivência. A instituição ressaltou a importância de respeitar a fauna marinha e evitar qualquer tipo de interferência no comportamento dos animais.
Essa atitude irresponsável chamou a atenção das autoridades locais e ambientalistas, que reforçaram a necessidade de conscientização da população sobre a importância da preservação da vida marinha. O peixe-boi é uma espécie ameaçada de extinção e precisa de cuidados especiais para garantir sua sobrevivência e perpetuação no ecossistema. Portanto, é fundamental que todos façam a sua parte, respeitando as leis e normas de proteção ambiental.
Espera-se que esse episódio sirva como exemplo negativo e incentive a conscientização e o respeito pela vida selvagem, preservando as riquezas naturais do litoral alagoano e de todo o país. A atenção e cuidado com o meio ambiente são responsabilidades de todos e devem ser praticados diariamente para garantir um futuro sustentável para as gerações futuras.
