Trump Recusa Convite de Macron para G7 em Paris e Foca em Groenlândia e Tensions com a Europa

Em uma coletiva de imprensa realizada no dia 20 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que não planeja participar da reunião do G7 que será sediada em Paris, uma proposta feita pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Trump fundamentou sua decisão ao afirmar que Macron não deve permanecer à frente do governo francês por muito mais tempo. Essas declarações refletem o clima de incerteza política e as tensões existentes entre os EUA e algumas nações europeias.

Durante a coletiva, Trump não hesitou em abordar a questão da Groenlândia, afirmando que “algo muito bom vai acontecer” na ilha, porém, não forneceu detalhes sobre suas intenções em relação à aquisição do território. O presidente indicou que ele e sua equipe já programaram várias reuniões sobre o assunto, destacando que, após a coletiva, ele estaria se dirigindo a Davos, onde continuaria a discutir a Groenlândia. Essa postura acentua as inquietações em torno da política externa dos EUA, especialmente na esfera das relações com países europeus que se opõem a seus planejamentos.

O líder norte-americano ainda comentou sobre a situação na Venezuela e no conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Ele anunciou que os EUA extrairam cerca de 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela e que, de maneira positiva, as autoridades venezuelanas estão se mostrando abertas ao diálogo. Trump expressou otimismo ao afirmar que o país sul-americano está cooperando com os EUA, um pronunciamento que poderá influenciar as estratégias políticas daquela região.

Com relação ao conflito ucraniano, o presidente afirmou que está empenhado em resolver o que chamou de “último conflito”. Ele delineou uma perspectiva desafiadora ao dizer que a disposição de negociação entre Rússia e Ucrânia parece não ser sincronizada. Além disso, Trump criticou o tratamento que os EUA recebem dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), destacando que sente que seu país investe quantias substanciais na aliança sem receber retribuições justas.

Essas declarações refletem a complexidade das atuais relações internacionais e a estratégia do presidente em lidar com múltiplas frentes diplomáticas ao mesmo tempo. A próxima reunião do G7 e as interações com líderes de outros países continuarão a ser um ponto central nas discussões políticas globais.

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