Durante a coletiva, Trump não hesitou em abordar a questão da Groenlândia, afirmando que “algo muito bom vai acontecer” na ilha, porém, não forneceu detalhes sobre suas intenções em relação à aquisição do território. O presidente indicou que ele e sua equipe já programaram várias reuniões sobre o assunto, destacando que, após a coletiva, ele estaria se dirigindo a Davos, onde continuaria a discutir a Groenlândia. Essa postura acentua as inquietações em torno da política externa dos EUA, especialmente na esfera das relações com países europeus que se opõem a seus planejamentos.
O líder norte-americano ainda comentou sobre a situação na Venezuela e no conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Ele anunciou que os EUA extrairam cerca de 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela e que, de maneira positiva, as autoridades venezuelanas estão se mostrando abertas ao diálogo. Trump expressou otimismo ao afirmar que o país sul-americano está cooperando com os EUA, um pronunciamento que poderá influenciar as estratégias políticas daquela região.
Com relação ao conflito ucraniano, o presidente afirmou que está empenhado em resolver o que chamou de “último conflito”. Ele delineou uma perspectiva desafiadora ao dizer que a disposição de negociação entre Rússia e Ucrânia parece não ser sincronizada. Além disso, Trump criticou o tratamento que os EUA recebem dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), destacando que sente que seu país investe quantias substanciais na aliança sem receber retribuições justas.
Essas declarações refletem a complexidade das atuais relações internacionais e a estratégia do presidente em lidar com múltiplas frentes diplomáticas ao mesmo tempo. A próxima reunião do G7 e as interações com líderes de outros países continuarão a ser um ponto central nas discussões políticas globais.






