Trump promete fim da guerra no Irã em semanas e critica acordo nuclear de Obama, afirmando que tropas estão perto de cumprir objetivos militares.

Na noite dessa quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dirigiu-se à nação em um discurso focado na situação de conflito no Irã. Durante sua declaração, Trump enfatizou que as forças armadas americanas estão em uma trajetória que os levará a cumprir seus objetivos no curto prazo, prevendo que o conflito se encerre em apenas duas ou três semanas.

O tom assertivo do discurso destacou a atual condição das forças iranianas, que segundo Trump, estão em “ruínas”. Ele reforçou que a estratégia dos EUA é de atacar com intensidade, prometendo que levarão o Irã a “regredir à Idade da Pedra”. O presidente descreveu os líderes iranianos do passado que foram eliminados nos combates como os “mais violentos do mundo”, mencionando que o novo governo iraniano poderia ser considerado relativamente menos radical.

Trump também fez questão de ressaltar que, apesar de os Estados Unidos terem se tornado independentes do petróleo do Oriente Médio, o país mantém uma presença na região para apoiar seus aliados, como Arábia Saudita, Catar e Israel. Ele pontuou que essa presença militar não é uma questão de necessidade econômica, mas de solidariedade com as nações parceiras.

Adicionalmente, o presidente reiterou suas preocupações com o programa nuclear do Irã, acusando o país de buscar desenvolver armas nucleares e de fabricar mísseis com capacidade de atingir adversários. Ele expressou pesar pela perda de 13 soldados americanos no conflito, mas defendeu que o sacrifício é pelo futuro da nação.

Trump criticou também o acordo nuclear firmado por seu antecessor, Barack Obama, considerando-o um grave erro e acusando-o de ter enviado dinheiro ao Irã em troca de respeito. O presidente afirmou que reverter esse tratado foi uma honra.

No contexto da economia, Trump se deparou com números que mostram sua popularidade em declínio, especialmente devido ao aumento dos preços dos combustíveis. Contudo, ele negou que os EUA importem volumes significativos de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma via estratégica onde o Irã tem bloqueado parcialmente o tráfego. Na visão do presidente, os países dependentes dessa rota devem se responsabilizar por sua proteção e garantir a passagem do petróleo.

O discurso foi uma mistura de retórica beligerante e apelos à responsabilidade internacional, colocando os aliados americanos em destaque e deixando claro que os EUA não pretendem assumir sozinhos a responsabilidade pela segurança na região.

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