A proposta sugere que os EUA respondam ao convite russo com a oferta de uma prorrogação de um ano dos termos do tratado original. Essa estratégia seria essencial para evitar possíveis mal-entendidos e garantir um canal de comunicação mais claro entre as nações. A implementação contínua do Novo START, que já tem uma longa história de tentativas de controle de armas, não apenas facilita o diálogo entre Washington e Moscou, mas também pode abrir caminho para a colaboração em áreas críticas de segurança.
Além das negociações com a Rússia, a análise também recomenda que os Estados Unidos busquem um acordo similar com a China, que é vista como uma potência emergente no cenário global de armamento nuclear. As próximas reuniões entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, seriam uma oportunidade valiosa para discutir não apenas as questões nucleares, mas também para esclarecer as intenções estratégicas de ambas as nações.
Na última quinta-feira, Trump comentou sobre o futuro do Novo START, mencionando que o tratado “vai expirar, vai expirar”, mas expressou otimismo em relação a um possível novo acordo que poderia ser “mais vantajoso”. Essa posição reflete uma abordagem pragmática, onde os desafios da segurança internacional são reconhecidos, mas também apresenta uma abertura para soluções diplomáticas.
Por sua parte, Putin manifestou a disposição da Rússia em manter as limitações impostas pelo Novo START por mais um ano após sua expiração em 5 de fevereiro de 2026. Ele destacou que a decisão sobre a continuidade dessas restrições será tomada com base em uma avaliação cuidadosa da conjuntura internacional.
Com a complexidade das relações internacionais em um contexto de constante mudança, a prorrogação do Novo START pode não ser apenas uma questão de política estratégica, mas uma oportunidade para promover a paz e a estabilidade global.







