O ex-presidente descreveu o ataque como um ato de terror e ódio, afirmando que representava uma afronta não apenas à lei, mas à segurança nacional. Em suas palavras, ele enfatizou a necessidade de “examinar minuciosamente todos os estrangeiros que entram em nosso país vindos do Afeganistão” e pediu ações mais severas, como a deportação de qualquer indivíduo que não pertença aos Estados Unidos.
O diretor do FBI, Cash Patel, atualizou informações sobre o estado dos feridos, que incluem membros da Guarda Nacional que foram alvo do agressor. Eles se encontram em condição crítica no hospital, e o agressor, também gravemente ferido, permanece sob custódia, aguardando atendimento médico.
Trump não deixou de se referir ao agressor com termos pejorativos, aumentando a tensão em um clima já polarizado. Ele mencionou que, independentemente da condição do suspeito, ele “pagará um preço muito alto” por suas ações. De acordo com as últimas informações, as autoridades afirmaram que o atirador agiu sozinho, o que levanta questionamentos sobre a segurança e as políticas de imigração, especialmente no contexto do recente fluxo de refugiados afegãos.
A declaração de Trump e a exigência de um inquérito para investigar os afegãos que chegaram após a retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão geraram controvérsia, reacendendo debates sobre segurança nacional e imigração nos Estados Unidos. Os desdobramentos desse caso ainda devem ser acompanhados de perto, especialmente considerando as eleições que se aproximam e o papel que a questão da segurança pode desempenhar na narrativa política atual.
