Durante sua declaração, Trump foi claro e enfático: “Se o Gianni disse isso, estou de acordo. Sabe de uma coisa? Deixem eles jogarem.” Esta sugestão de aceitação da participação iraniana vem em um momento de eleições e grandes debates sobre política internacional, refletindo também as complexas relações entre os EUA e o Irã.
Infantino, por sua vez, ressaltou a importância da unidade no esporte, afirmando que não há motivos para que o Irã não se junte aos outros países na competição. Ele enfatizou que a participação do Irã é uma questão de responsabilidade tanto da FIFA quanto das nações envolvidas, dizendo: “Precisamos nos unir.”
A declaração do presidente da FIFA foi feita durante a abertura de um congresso da entidade, no qual a delegação iraniana era esperada, mas não compareceu devido a problemas nas autoridades migratórias canadenses, que classificaram como “comportamento inaceitável” a forma como trataram os dirigentes iranianos que tinham vistos válidos.
Com a Copa do Mundo se aproximando, a situação política e as reações de várias partes interessadas continuarão a ser motivo de interesse internacional. A Copa do Mundo de 2026, que contará com um formato expandido e mais seleções, doto o evento de ainda mais atenção mundial, ao mesmo tempo em que coloca em evidência questões geopolíticas que se entrelaçam no cenário esportivo.
