Trump e Infantino: Casa Branca desconhece conversas sobre possível indicação do presidente da Fifa para a ONU

Na última quinta-feira, a Casa Branca se manifestou sobre a especulação envolvendo uma possível conversação entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino. O assunto gira em torno da possível indicação de Infantino para o cargo de secretário-geral das Nações Unidas (ONU). Durante uma coletiva de imprensa, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, foi questionada sobre a existência de tal diálogo entre os dois líderes. Em resposta, Leavitt afirmou não ter informações concretas sobre o tema.

“Não sei; não sei se Infantino e o presidente Trump conversaram sobre isso”, disse a porta-voz, ressaltando que ambos mantêm uma comunicação frequente. De acordo com Leavitt, Trump nutre um grande apreço por Infantino e reconhece o trabalho desenvolvido pelo dirigente à frente da FIFA. A relação entre eles é especialmente importante, pois está ligada à recente organização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, que foi considerada um sucesso estrondoso.

Leavitt enfatizou os benefícios econômicos que o evento trouxe para diversas localidades norte-americanas, afirmando que a Copa do Mundo ressaltou o papel dos Estados Unidos como uma das principais nações do mundo. “A Copa do Mundo não apenas trouxe enormes benefícios para nossas empresas e economias locais, mas também demonstrou que a América é a maior nação da Terra”, completou. Nesse contexto, ela mencionou a gratidão de Trump a Infantino pelos esforços para viabilizar o evento no país.

Nos últimos dias, a ideia de que Infantino poderia assumir um papel importante na ONU ganhou força, especialmente após informações de uma publicação americana. A matéria mencionou que Trump acredita que Infantino possui uma reputação respeitável globalmente e que ele é reconhecido por sua habilidade singular em unir pessoas. Entretanto, permanecem incertezas sobre se Infantino estaria disposto a aceitar tal posição ou se houve discussões concretas a respeito com o presidente dos EUA. O futuro da possível candidatura permanece envolto em mistério, deixando em aberto o impacto de qualquer movimentação nessa direção sobre a diplomacia internacional.

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