A ordem executiva assinada por Trump reinterpretou a 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a cidadania a todas as pessoas nascidas em solo americano. Com a nova determinação, a cidadania por direito de nascença não será mais automática para bebês nascidos de pais em situação ilegal no país.
Revogar a cidadania por direito de nascença é um movimento considerado controverso, uma vez que é um direito garantido pela Constituição e provavelmente enfrentará desafios legais consideráveis. O decreto assinado por Trump estabelece que bebês nascidos nos EUA, cujos pais estejam em situação ilegal, não terão mais direito automático à cidadania americana.
Além disso, Trump também anunciou outras medidas anti-imigração em seu discurso de posse, como priorizar a fronteira com o México, acabar com a política de “captura e soltura”, fechar a fronteira para imigrantes ilegais, restabelecer a política de “permanecer no México” e considerar os cartéis como organizações terroristas. O presidente também pretende retomar a construção do muro na fronteira com o México e declarar emergência energética nacional.
Essas ações encerram as políticas de imigração da era Biden e marcam o início de uma nova abordagem mais rígida em relação à imigração nos Estados Unidos. A decisão de Trump de restringir a cidadania por nascimento para filhos de imigrantes em situação ilegal levanta debates sobre os direitos constitucionais e a proteção dos mais vulneráveis na sociedade.





