Esse alerta se intensifica após uma determinação da Suprema Corte da Venezuela que designou Delcy Rodríguez para assumir temporariamente os poderes do Executivo, frente à deposição de Maduro. Assim que a situação se agravou, as Forças Armadas venezuelanas emitiram uma nota, onde criticaram a operação militar realizada pelos Estados Unidos e reafirmaram o apoio à vice-presidente como ocupante interina do cargo.
Durante a entrevista, Trump se defendeu de críticas de aliados mais conservadores que questionam a intervenção americana na Venezuela e reiterou sua posição a favor de uma mudança de regime no país sul-americano. Ele declarou que “reconstruir e mudar o regime, chame como quiser, é uma alternativa melhor do que a situação atual” e acrescentou que “não pode piorar”.
Além de abordar a crise na Venezuela, o presidente também voltou a tocar no tema da Groenlândia, ressaltando a importância estratégica da aquisição do território para a segurança nacional dos Estados Unidos. Ele afirmou que a Groenlândia é vital e que o país “precisa dela para a defesa”. As observações sobre a ilha ocorreram após a divulgação nas redes sociais por parte de colaboradores do presidente, que compartilharam uma imagem do mapa da Groenlândia sobreposta à bandeira americana, acompanhada de uma mensagem insinuando que a aquisição estaria próxima.
Este cenário ilustra não apenas as complexidades da política interna da Venezuela, mas também o papel ativo dos Estados Unidos na busca por uma nova ordem na região, enquanto Trump continua a promover sua visão de segurança nacional em uma era de incertezas geopolíticas.
