Após a conversa com Putin, Trump informou que planeja se reunir também com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, além de coordenar esforços com os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O presidente americano manifestou esperanças de que essas reuniões possam pavimentar o caminho para um acordo de cessar-fogo entre os países envolvidos no conflito.
Em declarações anteriores, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sublinhou que um encontro direto entre os líderes da Rússia e dos Estados Unidos seria crucial para progredir nas negociações de paz. Ele afirmou que a data para essa reunião ainda precisa ser definida e que as partes deverão construir um formato para esse diálogo.
Do lado russo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, mencionou que ainda não havia preparativos concretos em andamento para a reunião proposta. Essa situação levanta dúvidas sobre a efetividade das conversas entre as nações, especialmente em um contexto onde as tensões persistem.
Recentemente, Putin sugeriu que a Ucrânia retome as negociações diretas com a Rússia, sem condições prévias, uma proposta que poderia abrir portas para um diálogo mais produtivo. Na última sexta-feira, uma sessão de conversas entre delegações dos dois países foi realizada em Istambul, onde foram discutidos vários pontos, incluindo uma troca significativa de prisioneiros.
O assessor do presidente russo, Vladimir Medinsky, que liderou a delegação russa, avaliou que a reunião foi satisfatória e mencionou que a Ucrânia solicitou um encontro entre os líderes dos dois países, o que a Rússia estudará com atenção.
O cenário atual reflete a complexidade do conflito e a necessidade urgente de um acordo que possa trazer a paz para a região, evidenciando a importância das próximas conversas entre Trump e Putin.





