Trump afirma que EUA recuperaram custo da guerra na Venezuela “28 vezes” com petróleo, destacando a influência americana no setor energético do país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações enfáticas sobre os impactos financeiros da intervenção americana na Venezuela, afirmando que os EUA recuperaram os custos da operação militar em “28 vezes” através do petróleo venezuelano. Esta drástica alegação surge em um contexto marcado por tensões políticas e militares entre os dois países e reflete a estratégia de Trump em enfatizar os ganhos econômicos resultantes da influência dos Estados Unidos na região.

Recentemente, o presidente mencionou que os EUA estão não apenas se recuperando, mas também lucrando substancialmente com a produção de petróleo venezuelana, um recurso abundante no país sul-americano. Apenas alguns dias antes, Trump havia citando um número ainda mais otimista, alegando que o retorno financeiro era de “42 vezes”. Essa mudança nos dados sugere uma tentativa de impulsionar a narrativa de que a intervenção militar está justificada e é benéfica do ponto de vista econômico.

Essas afirmações vêm à tona meses após alegações de que os Estados Unidos teriam realizado uma ação militar em janeiro, cuja consequência seria o sequestro do presidente Nicolás Maduro. Essa operação também teria proporcionado aos EUA uma vantagem significativa sobre o crucial setor petrolífero venezuelano, consolidando sua influência econômica na região.

Além disso, Trump propôs que a produção de petróleo da Venezuela fosse considerada parte da contagem geral da produção americana, reforçando a noção de que o país sul-americano não é apenas um vizinho, mas uma extensão do mercado energético dos Estados Unidos. Ele mencionou ironicamente que a vitória na “guerra” contra a Venezuela poderia ser alcançada em “48 minutos”, destacando um senso de urgência e assertividade em suas políticas.

A tensão se intensificou ainda mais depois que os EUA atacaram Caracas, resultando no traslado de Maduro e sua esposa para os Estados Unidos, onde seriam julgados por tráfico de drogas. Após o ataque, Trump fez questão de ressaltar que os EUA pretendem administrar a Venezuela até que uma transição democrática se estabeleça, reforçando o controle americano sobre a nação. Essas declarações destacam a contínua complexidade da política externa dos EUA, especialmente em relação à América Latina, onde a busca por recursos naturais e influência geopolítica continua a moldar as ações americanas.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo