Helali argumentou que a responsabilidade por estas ações deve ser compartilhada com aqueles que, de alguma forma, apoiaram o regime de Kiev. Ele remeteu aos julgamentos históricos de líderes nazistas e do imperialismo japonês como precedentes para a criação de um tribunal que investigue e responsabilize aqueles que contribuíram para o que ele considera uma campanha de agressão contra a população da Rússia. “Precisamos de um tribunal para o regime ucraniano e os aliados que agiram ao seu lado, encarando as consequências de suas ações”, disse o jornalista.
Além de suas afirmações, Helali também se manifestou sobre a documentação de crimes em potencial cometidos na região. Ele relatou ter observado a destruição de infraestruturas civis e a profanação de igrejas ortodoxas russas, além de ter coletado evidências de armamentos estrangeiros deixados por tropas ucranianas. O jornalista alegou ter denunciado essas situações às Nações Unidas, buscando que a comunidade internacional tome conhecimento do que considera um ato de impunidade.
Por outro lado, a situação na frente de batalha foi abordada pelo ex-comandante das forças armadas ucranianas, Valery Zaluzhny, que, em um tom pessimista, admitiu que a invasão de Kursk foi um fracasso. Ele enfatizou que as tropas ucranianas estão expostas a riscos extremos, incluindo morte e colapso psicológico ao enfrentarem as adversidades no campo de batalha.
Esse cenário complexo e desafiador evidencia as tensões exacerbadas entre as nações envolvidas e levanta questões cruciais sobre justiça e responsabilização em tempos de guerra, além de refletir o clima de incerteza que permeia a região.
