A entidade judicial alagoana se alinha ao posicionamento do Conselho Nacional de Justiça e de outras instituições representativas da magistratura, afirmando que as liberdades de expressão e de imprensa, embora fundamentais em um Estado que valoriza a democracia, precisam ser exercidas com responsabilidade e respeito. Em tempos de luto, especialmente quando se trata da memória de uma figura pública que deixou um legado significativo, é essencial que haja sensibilidade na forma como os eventos são abordados.
A morte repentina da juíza Mariana, que trouxe desolação a todo o sistema judiciário, pede um tratamento que transpareça empatia e humanidade. A magistrada não era apenas uma profissional respeitada, mas também uma amiga, mãe e colega, deixando um vazio irreparável na vida de muitos que a conheciam. O TJAL enfatiza a importância de tratar esses momentos de perda com dignidade, não apenas em consideração à vítima, mas também aos seus entes queridos que lutam para lidar com essa partida.
Diante dessa dor compartilhada, o Tribunal de Justiça de Alagoas reforça sua solidariedade com os familiares e amigos da juíza, assim como com os membros da magistratura gaúcha. Trata-se não apenas de uma questão institucional, mas de um apelo pela humanidade que deve prevalecer em nosso discurso e em nossas atitudes. O momento exige reflexão e respeito, lembrando que por trás de cada figura pública há uma história de vida que merece ser honrada, especialmente em tempos de perda.





