Durante sua participação no podcast “The Wild Project”, Gaspi expressou de forma contundente sua visão sobre a vida após a morte, afirmando: “A verdade é que não creio em nada disso. Acho que você morre, a televisão se desliga e você se foi”. Entretanto, em uma reviravolta surpreendente, o influenciador revelou que, se houvesse um destino pós-morte, desejava que o seu fosse “o céu”.
Além da trágica perda de Gaspi, o acidente também vitimou outros profissionais do meio audiovisual, incluindo o cineasta Lucas Vignale, que havia colaborado com Gaspi em um dos seus últimos vídeos. O impacto da colisão no ar não se limitou ao luto, mas também despertou debates sobre a segurança da aviação no Brasil. Os argentinos estavam no país em busca de oportunidades no setor de produção audiovisual.
O acidente ocorreu em uma manhã ensolarada no Rio, que rapidamente se transformou em uma cena de tristeza e luto. Os detalhes do acidente foram acompanhados pela resposta rápida do Corpo de Bombeiros, que mobilizou 45 militares e 15 viaturas para o local da tragédia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) também foi acionado para investigar a colisão, com a missão de coletar dados e preservar as evidências.
A tragédia deixou famílias enlutadas e amigos devastados, além de levantar questões sobre as regulatórias e práticas de segurança na aviação. Com mais de 2,9 milhões de inscritos em seu canal no YouTube e 3,5 milhões de seguidores no Instagram, Gaspi deixou uma marca indelével no cenário digital, cujo legado agora é lembrado com tristeza e reflexão.
