Tragédia no mundo da música: Cantor Liam Payne é encontrado morto com “cocaína rosa” no organismo em Buenos Aires.

A morte do cantor Liam Payne chocou o mundo na última semana, após o exame toxicológico revelar a presença de uma droga chamada “cocaína rosa” em seu corpo. Payne, que ficou conhecido por integrar a banda One Direction, faleceu após cair do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires, na Argentina.

Mas afinal, o que é essa tal “cocaína rosa”? Segundo as investigações, trata-se de uma mistura de drogas sintéticas vendida em pó, contendo substâncias como MDMA, cetamina e 2C-B. O nome “rosa” faz referência à cor vibrante da substância, que é obtida através da adição de corante alimentício. Essa combinação de drogas pode ter efeitos estimulantes, depressivos e alucinógenos, apresentando sérios riscos à saúde de quem a consome.

Especialistas alertam que a “cocaína rosa” é uma droga imprevisível e perigosa, comparada a jogar roleta russa. Os órgãos de saúde da Europa têm emitido alertas sobre o aumento de incidentes com mortes e overdoses relacionadas a essa substância. A origem da droga remonta a 1974, quando foi sintetizada pelo bioquímico americano Alexander Shulgin com o intuito de proporcionar experiências psicodélicas.

No entanto, a popularização da “cocaína rosa” só ocorreu a partir de 2010, com uma formulação adaptada e mais barata sendo vendida principalmente na América Latina. Atualmente, há relatos de sua comercialização nos Estados Unidos e em países europeus, o que levanta preocupações sobre a disseminação e os riscos associados a essa substância.

A morte de Liam Payne trouxe à tona a discussão sobre o uso e os perigos das drogas sintéticas, reforçando a importância da conscientização e prevenção em relação ao consumo dessas substâncias. A investigação sobre as circunstâncias da morte do cantor segue em andamento, enquanto autoridades e especialistas alertam para os riscos envolvidos no uso da “cocaína rosa”.

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