Mas afinal, o que é essa tal “cocaína rosa”? Segundo as investigações, trata-se de uma mistura de drogas sintéticas vendida em pó, contendo substâncias como MDMA, cetamina e 2C-B. O nome “rosa” faz referência à cor vibrante da substância, que é obtida através da adição de corante alimentício. Essa combinação de drogas pode ter efeitos estimulantes, depressivos e alucinógenos, apresentando sérios riscos à saúde de quem a consome.
Especialistas alertam que a “cocaína rosa” é uma droga imprevisível e perigosa, comparada a jogar roleta russa. Os órgãos de saúde da Europa têm emitido alertas sobre o aumento de incidentes com mortes e overdoses relacionadas a essa substância. A origem da droga remonta a 1974, quando foi sintetizada pelo bioquímico americano Alexander Shulgin com o intuito de proporcionar experiências psicodélicas.
No entanto, a popularização da “cocaína rosa” só ocorreu a partir de 2010, com uma formulação adaptada e mais barata sendo vendida principalmente na América Latina. Atualmente, há relatos de sua comercialização nos Estados Unidos e em países europeus, o que levanta preocupações sobre a disseminação e os riscos associados a essa substância.
A morte de Liam Payne trouxe à tona a discussão sobre o uso e os perigos das drogas sintéticas, reforçando a importância da conscientização e prevenção em relação ao consumo dessas substâncias. A investigação sobre as circunstâncias da morte do cantor segue em andamento, enquanto autoridades e especialistas alertam para os riscos envolvidos no uso da “cocaína rosa”.
