A fatalidade ocorreu na tarde da última quinta-feira, quando Theo colidiu com um ônibus da linha 485 na Estrada do Itararé. Testemunhas afirmam que o menino estava acompanhando seu avô e seguiu pela via no sentido correto quando o acidente aconteceu. Apesar de ter sido rapidamente socorrido e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alemão, chegou sem vida.
As homenagens à criança, que era ativo na comunidade e participava de atividades esportivas na Vila Olímpica Carlos Castilho, contrastam com as imagens alegres de seu passado compartilhadas pela mãe. Em uma postagem anterior, Mônica celebrou a conexão de Theo com a igreja, ressaltando a alegria e amor que ele demonstrava em sua vida espiritual. Os moradores da região relataram que o menino havia acabado de sair de uma atividade esportiva antes do acidente, o que torna a tragédia ainda mais impactante.
O motorista do ônibus envolvido no acidente foi submetido a um exame de alcoolemia, cujo resultado foi negativo, e a Polícia Civil já registrou a ocorrência. Informações apontam que agentes da Polícia Militar estavam em patrulhamento no momento da colisão e que a cena do acidente foi alterada por pessoas que chegaram antes da perícia.
A morte de Theo trouxe à tona discussões sobre segurança no trânsito. Margaret Pazos, integrante da Comissão de Segurança no Ciclismo do Rio de Janeiro, comentou sobre a urgência de implementar medidas que protejam os pedestres e ciclistas, destacando a necessidade de reduzir a velocidade nas vias urbanas para evitar tragédias como essa. Nesta semana, a Vila Olímpica Carlos Castilho suspendeu suas atividades em luto pela perda do aluno, reforçando a dor que ainda ressoa na comunidade.
