Recentemente, Mel Maia, que ganhou notoriedade por seus papéis em produções como “Avenida Brasil” e “Os Donos do Jogo”, havia elogiado publicamente sua mãe em uma entrevista. A atriz enfatizou a importância do apoio de Débora em sua trajetória, que, desde cedo, sonhou em ser artista. Em suas palavras, ela destacou que a mãe sempre esteve ao seu lado nos testes e na sua carreira, mesmo diante dos desafios e recusas que enfrentou. Essa perspectiva sugere uma relação marcada por amor e apoio, apesar das desavenças relatadas.
Entretanto, nem tudo parecia estar bem entre mãe e filha. O divórcio de Débora e Luciano Souza, pai de Mel, ocorrido em 2024, pode ter influenciado na dinâmica familiar. Débora chegou a expressar sua tristeza nas redes sociais, mencionando a ingratidão que sentia por parte das filhas, algo que causou alvoroço entre os seguidores. Com sua sinceridade, ela revelou a dor de se sentir abandonada, apesar dos esforços que fez por elas. “Me sinto um lixo diante das minhas filhas”, desabafou em uma de suas postagens.
Entretanto, em um sinal de reconciliação, em outubro deste ano, Débora publicou mensagens de afeto, reafirmando o amor por Mel e Yasmin, sua outra filha, com frases carregadas de emoção. Na quinzena que antecedeu sua morte, era nítido que a relação entre elas ainda continha laços profundos, apesar das dificuldades.
O estado emocional de Débora, que teria enfrentado uma fase depressiva, levantou preocupações. Informações não confirmadas indicam que ela poderia estar utilizando medicamentos controlados, situação que a imprensa começou a investigar após a descoberta do corpo no banheiro de sua casa.
O velório de Débora Maia está agendado para ocorrer no sábado, 29 de novembro, no Crematório da Penitência, no Caju, com cerimônias marcadas para às 12h15 e a cremação programada para às 15h15. Em um comunicado significativo, Mel Maia expressou sua dor pela perda e pediu compreensão e privacidade para a família nesse momento delicado. A trágica perda de uma mãe sempre é um evento profundamente impactante, e neste caso, a dor é sentida não apenas pela família, mas por muitos que acompanharam a trajetória de vida de Débora.









